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Sunday, October 2, 2011

O Porque do nome "Espiritismo"

O porque do nome "Espiritismo"

Espiritismo provém do francês Spiritisme, nome cunhado por Allan Kardec, em 1857, para designar o conjunto de princípios científicos, filosóficos, religiosos e morais que compõem a Doutrina cuja codificação lhe havia sido confiada pelos espíritos superiores que o guiaram e responderam às suas indagações.

O termo Espiritualismo (Spiritualisme), então e até hoje disponível na língua francesa e em outros idiomas, não atendia, como ainda não atende, ao objetivo de nomear uma Doutrina. É, antes, um conceito abrangente que engloba todo um conjunto de tradições religiosas, práticas místicas e posturas filosóficas existentes desde os primórdios da humanidade e que compartilham a crença na existência dos espíritos e suas manifestações e na imortalidade da alma.

O Espiritismo, portanto, é uma doutrina Espiritualista. Resta claro, por outro lado, que Espiritualismo não é sinônimo de Espiritismo.
Esta explicação se faz necessária devido a dois fatos distintos. No Brasil, há uma diversidade de cultos espiritualistas de origem africana, dentre eles, cultos dos mais dignos e merecedores de todo respeito. No entanto, pessoas equivocadas chamam os seguidores de tais cultos de espíritas, quando deveriam ser chamados pelo nome adequado ao culto em questão, nome que sempre existe e que os seguidores conhecem e pelo qual se denominam. Nos Estados Unidos a confusão é com o Novo Espiritualismo (New Spiritualism) , um conjunto de cultos e tradições que também se desenvolveu a partir da segunda metade do século XIX, mas que não segue a Doutrina dos Espíritos conforme codificada por Kardec e não compartilha dos mesmos princípios e práticas.               





O que nos ensina o Espiritismo?


O Espiritismo não possui dogmas de fé. Kardec, com a experiência de educador que possuía, inspirado e auxiliado pela falange de espíritos superiores liderada pelo Espírito da Verdade, compilou em cinco obras básicas a Doutrina Espírita ou Doutrina dos Espíritos, como muito propriamente a chamava, por ser ela constituída em sua maior parte pelas respostas que aqueles nobres espíritos deram às perguntas criteriosamente colocadas por ele e por respeitáveis estudiosos que com ele trabalharam.


As cinco obras fundamentais do Espiritismo são: O Livro dos Espíritos, O Livro dos Médiuns, O Evangelho Segundo o Espiritismo, O Céu e o Inferno e A Gênese. Nesta ordem, as cinco obras compõem um completo conjunto didático que leva o leitor a uma reflexão séria e cautelosa sobre os principais temas existenciais que sempre empolgaram a mente humana. Nada ali é tratado como dogma. Cada princípio colocado é examinado à luz da razão, da lógica e do bom senso. Nada se pede ao leitor que aceite sem pensar.


Quem desejar realmente conhecer o Espiritismo, deve ler e estudar suas obras fundamentais, a chamada Codificação Espírita. Para que se tenha uma visão simplificada, no entanto, relacionamos, a seguir, alguns de seus princípios básicos:


• Deus é a inteligência primária, criadora de todos os seres e de todas as coisas, que permeia todo o Universo, estando presente em cada criatura e transcendendo toda a Criação;


• além da dimensão material, existe uma dimensão espiritual, onde habitam espíritos desencarnados, que se encontram em diferentes estágios de evolução. Os espíritos encarnados habitam a dimensão material em seus diversos mundos. As dimensões material e espiritual se interpenetram;


• todas as leis da Natureza são leis de Deus; o que se chama hoje de sobrenatural nada mais é do que o natural que hoje se desconhece;


• são leis de Deus, tanto as físicas quanto as morais, se identificando estas facilmente como aquelas que se encontram imutáveis desde o mais longínquo passado, não sendo passageiras nem afeitas a uma ou a outra religião, cultura ou etnia;


• o Céu e o Inferno não existem como locais, como destino final para onde vão os justos ou os pecadores. Ao se desprender do corpo, na chamada morte, o espírito irá perceber, com seus sentidos sutis, exatamente as projeções mentais que tiver criado no período que precede a desencarnação. Na dimensão espiritual as projeções mentais são percebidas pelos sentidos como se fossem realidades materiais, permitindo a percepção pelo espírito tanto dos monstros mais horrendos, quanto das mais enlevantes belezas. Dessa forma, cada espírito construirá para si mesmo seu inferno ou seu paraíso. A afinidade entre os espíritos e as ligações causa-efeito criarão comunidades das mais diversas matizes, ao longo de um amplo leque de evolução espiritual;


• os espíritos evoluem sempre, reencarnando tantas vezes quanto for necessário para o seu aprendizado;


• o espírito encarnado goza de livre-arbítrio, mas sofre constantemente os efeitos reativos de suas ações passadas, boas ou más. Da mesma forma, sofrerá no futuro o efeito de suas ações atuais. É o princípio de causa e efeito, que as tradições orientais chama de carma;


• não existem anjos nem demônios que tenham sido assim criados desde toda a eternidade. Os espíritos empedernidos no mal projetam sobre os sentidos alheios uma aparência que se assemelha aos padrões de identificação que a cultura do indivíduo que os percebe tenha neste imprimido. Poderão, dessa forma, ser percebidos por um encarnado ou desencarnado ocidental como dotados de chifres e de rabo e vestidos com roupa vermelha ou com as formas animalescas mais grotescas. Da mesma forma ocorre com os que perseveraram no caminho do bem, que poderão ser percebidos vestidos de branco, dotados de asas e portando uma auréola sobre a cabeça ou como seres diáfanos e luminosos;


• Os espíritos são criados simples e ignorantes e, ao longo das diversas encarnações vão evoluindo em bondade e sabedoria, sendo classificados pelo Espiritismo como pertencentes a diferentes ordens: Espíritos Puros, que atingiram a perfeição máxima e se religaram ao Criador; Bons Espíritos, nos quais a sabedoria e o desejo do bem predominam; Espíritos Imperfeitos, caracterizados pela ignorância, pelo desejo do mal e pelas paixões inferiores.


• existe e sempre existiu um continuo intercâmbio entre espíritos desencarnados e encarnados, de acordo com afinidades emocionais entre eles existentes, seus hábitos e sua conduta social comuns. Espíritos inferiores, sujeitos às más paixões, não conseguem se comunicar com encarnados evoluídos em bondade e sabedoria, da mesma forma que espíritos sábios não logram transmitir inspiração a encarnados devassos ou perversos. As companhias espirituais de um encarnado são semelhantes às companhias encarnadas que ele eleger para si;


• médium é o nome que se dá ao encarnado que serve de veículo, de meio, à comunicação entre encarnados e desencarnados. Ser médium não significa ser espírita, sequer denota boas qualidades morais;


• sendo a mediunidade um dom, isto é, algo pelo que o indivíduo não fez qualquer esforço ou gasto para obter, ela deve ser praticada de graça em benefício dos necessitados. O Espiritismo é fiel à máxima: "Dai de graça o que de graça recebeis". Se, por um lado, nem toda prática mediúnica gratuita seja espírita, por outro, toda prática mediúnica espírita é gratuita.


• Jesus Cristo é o guia supremo da Humanidade. Com suas palavras e seu exemplo de vida ele é o Mestre, o irmão mais velho que venceu, o modelo a ser seguido por todos nós. Não ensinou o que aprendeu nos livros mas o que já sabia por experiência própria. Exortou-nos a ter fé demonstrando do que a fé é capaz, curando enfermos, multiplicando pães e peixes, andando sobre as águas. Declarou-se Filho de Deus e nos ensinou a chamar a Deus de Pai, para que também nos soubéssemos Seus filhos. Conclamou-nos a amar nossos irmãos como a nós mesmos, dando no Calvário o testemunho sublime de seu amor por nós. Demonstrou a imortalidade da alma, dialogando com os espíritos de Moisés e Elias no monte Tabor e aparecendo aos seus discípulos após a morte do seu corpo na cruz.


O Espiritismo tem hierarquia, símbolos e rituais?


O Espiritismo não tem sacerdotes, nem hierarquia eclesiástica. Não existe forma de tratamento diferenciada entre os espíritas, chamando-se entre si, simplesmente, de irmãos ou irmãs.


Qualquer grupo de espíritas pode formar um Centro ou uma Casa Espírita, seguindo em suas reuniões e demais atividades as orientações contidas na própria Codificação ou em obras doutrinárias específicas.


No Brasil, os Centros Espíritas se congregam em Conselhos Regionais, Uniões ou Federações estaduais, tendo-se a Federação Espírita Brasileira como entidade coordenadora à nível nacional.


O espiritismo não tem rituais, não usa imagens, símbolos, talismãs, objetos especiais, nem adereços de espécie alguma. Tampouco prescreve qualquer dieta alimentar. A esse respeito é sempre bom lembrar que Hitler era vegetariano e que, somente isso, não fez dele exatamente um santo.




O Espiritismo é Exclusivista?


O lema do Espiritismo é "Fora da Caridade não Há Salvação" em contraponto ao lema "Fora da Igreja não Há Salvação".
Para o Espiritismo, um indivíduo que siga a trilha do bem, sendo justo, honesto, amando e respeitando seus irmãos, mesmo que siga outra religião ou ainda que diga não seguir religião alguma em particular, está no caminho certo e seguro de retorno "à casa do Pai".


Por outro lado, estanca seu progresso e estaciona no caminho o indivíduo que se diz espírita e fala mal dos outros, recusa auxílio a quem precisa ou prejudica seu irmão. De nada lhe valerão os passes e a freqüência a reuniões doutrinárias, enquanto não praticar sua reforma íntima e se voltar para o bem.


Como pode alguém se tornar espírita?


Uma pessoa que queira se tornar espírita não precisa passar por qualquer forma de batismo ou iniciação.


A rigor, basta que essa pessoa se deseje melhorar.


No entanto, há três premissas básicas que devem ser atendidas, premissas essas bem colocadas por Kardec no capítulo I de O Livro dos Médiuns. São elas:


• crer-se em Deus
• crer-se que se tem uma alma
• crer-se que essa alma sobrevive após a morte


Um espírita é uma pessoa que se instrui, lendo as obras da Codificação e boas obras espíritas e participando de reuniões de estudo dessas obras.


Um espírita é uma pessoa que pratica a caridade, fiel ao lema "Fora da Caridade não há Salvação". A caridade é, de todas as virtudes, a mais excelente, como coloca São Paulo de forma eloqüente em sua Primeira Epístola aos Coríntios. Mas caridade não é o ato de dar esmolas. Caridade é, antes de tudo, amarmos ao próximo como a nós mesmos, como exortou o Cristo. Jamais fazermos aos outros o que não queremos que nos façam a nós. Tratar os outros como nos seria agradável ser por eles tratados. Ajudar a quem precisa, a quem está menos evoluído, material ou espiritualmente, do que nós. E sem jamais esperar qualquer recompensa ou a admiração alheia.


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