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Thursday, December 2, 2010

Museu Escola da Historia da Cultura Cigana

Museu Escola da História da Cultura Cigana Único no país e o primeiro que se tem notícia no mundo, o Museu Escola da História da Cultura Cigana já está em funcionamento na cidade de Santo André, estado de São Paulo, alicerçado na história de uma das etnias mais polêmicas e apaixonantes do planeta. Das perseguições sofridas pelos faraós egípcios, pela Santa Inquisição da Igreja Católica e pelo regime nazista de Adolf Hitler, surge um preconceito em todo o mundo que encobriu a verdadeira cultura cigana, cuja raiz é a liberdade de expressão, alicerce em que os idealizadores do museu se basearam para direcionar o trabalho e as exposições. "O aspecto lúdico do museu ficará por conta do mundo mágico que cerca toda a tradição cigana: danças, mistérios, lendas, a prática da adivinhação, cartas, quiromancia e os mais diversos rituais baseados nas forças dos elementos da natureza que estaremos mostrando aqui", diz Albino Granado. O museu destaca por meio de grandes telas e painéis em impressão digital, a história dos diferentes povos ciganos além de retratar o quanto essa cultura influenciou a música, as artes, a culinária e as danças em diferentes povos. Os visitantes também farão uma viagem pela inspiradora magia do circo, influenciado e comandado por muitos empresários, saltimbancos, artistas e domadores ciganos. Outro destaque é o ateliê do cigano calón Daniel Rolim, com peças de artesanato em cobre, bronze e ouro, feitas no local. "O respeito à família, sua origem e identidade são marcas que estarão dispostas em todos os painéis do Museu, que deverá atrair visitantes de todas as idades assim como pesquisadores, professores e universitários", conta Albino Granado, pesquisador e estudioso da cultura cigana, e coordenador geral do museu. Uma visita ao Museu Escola da História da Cultura Cigana revelará ainda que muitas celebridades brasileiras e internacionais são de fato, filhos legítimos de ciganos e/ou descendentes de povos ciganos. Presidentes, atores, atrizes, palhaços, cientistas e muitos outros trataram em vida de forma diferente as suas origens, ora escondendo-as para não sofrerem preconceito, ora orgulhando-se e ajudando a preservar esta importante identidade cultural mundial. "Foram anos de pesquisa histórica, a seleção de mais de 1500 fotos e centenas de peças para chegarmos a um resultado que fosse capaz de mostrar o valor da trajetória desse povo, que tanto contribuiu para a história das mais diversas sociedades", diz Marcos Dechechi, pesquisador, publicitário, escritor e um dos idealizadores do Museu. Outro diferencial interessante do espaço é o fato de ser um museu escola. Serão selecionados estagiários das faculdades de turismo para serem treinados como monitores e recepcionistas, com direito a certificado de estágio. O museu foi montado com recursos dos idealizadores, patrocínios e doações de empresas da região, que deram sua contribuição para que o projeto saísse do papel e fosse capaz de estimular nas pessoas valores de cidadania, participação solidária e respeito às diferenças culturais. Faz parte da programação, a realização de cursos práticos e teóricos, conferências, debates, seminários sobre as tradições ciganas e além de promover intercâmbio com instituições congêneres do Brasil e do exterior.


 Museu Escola da História da Cultura Cigana Fica na Rua Igaraçu, 146 - Vila Floresta Santo André Telefone: (11) 6829-2164


 (*18) Paraná, estado modelo no combate às desigualdades raciais no Brasil O país aos poucos vai percebendo que o cigano é cidadão brasileiro, como ele próprio diz “cidadão brasileiro de origem cigana”. É importante ressaltar as ações que têm sido promovidas, nesta direção, pelos estados brasileiros. O Paraná tem tido uma postura muito inovadora em relação à diminuição das desigualdades raciais em seu território. A partir de como suas secretarias estão orientadas - “a integração é uma palavra de ordem e o objetivo de todas as Secretarias de Governo” – temos assistido a inúmeras iniciativas, em especial para o povo cigano:

. O Fórum Nacional da Igualdade Racial foi criado em 2004 . o Paraná foi pioneiro na abertura de vagas para as minorias raciais e sociais nas faculdades e universidades estaduais . Paraná tem várias propostas para as políticas públicas de inclusão dessas minorias na área da saúde, educação, habitação e mercado de trabalho. . "No caso do Fome Zero, por exemplo, a presidente do Provopar Ação Social, atendem pessoas sem endereço fixo, mas que precisam matar a fome"(*7) Entidade e Grupos Ciganos Não tendo encontrado informações sobre as entidades ciganas, a partir das matérias estudadas, elencamos todas as que foram citadas. Sem dúvida, este item precisará ser corrigido, atualizado e completado. . Associação de Preservação da Cultura Cigana (Apreci/ PR); . Fundação Santa Sara Kali/ RJ; . Pastoral dos Nômades/ SP; . Associação de Preservação da Cultura Cigana (Apreci/ SP); . Centro de Estudos e Discussão Romani (Cedro)/ SP; . Centro de Cultura Cigana/ MG; . Centro de Tradições Ciganas/ MG; . União Cigana do Brasil/ RJ; . Associação Cigana do Estado de Goiás; . Representação Cigana do Nordeste; . Conselho Nacional de Combate à Discriminação; . Conselho de Promoção da Igualdade Racial. 

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