Followers

The 4 Candles

Maukie - the virtual cat

De credito aoende credito e merecido...

Os textos aqui colocados amaioria encontardo na internet , alguns com autoris desconhecidos ou enviados por email pelos membros. caso voce , conheca o autor de alguns por favor ajude nos adar Credito , aos autores, eles merecem.caso alguns desetes textos sege seu e nao queira que sege publicado na rede, por favor avise ao dono da REDE e sera excluido. obrigada e agradeco a colaboracao de todos. Opatcha. Que o povo cigano ilumine os seus caminhos e lhe traga abonanca sempre.
Gipsy Red Rose.

Free Astrology Chart Generator

Wednesday, June 11, 2014

Oriki - Invocacao


Oriki - Invocacao

Oriki - Invocacao
A palavra Oriki, é formada por duas palavras, Ori = Cabeça e KI = Louvar / saudar.
Então Oriki significa, saudar ou louvar a algo que estamos nos referindo.
Sendo as palavras portadoras de força e asè, dá-se aos orikis o poder de invocarem por si próprios a força vital.
Com a importância a ele atribuída, sua entonação sempre emociona as pessoas a quem são dirigidos. Falam de seus feitos e virtudes, suas características e fraquezas, tendo assim valor documental, pois registrou e registra passagens importantes da cultura tradicional Yorubá.
Usamos os orikis por várias razões, direcionados a um òrìsá, egungun, entes queridos, casamentos, komojade, relatam episódios de bênçãos, ressaltam animais e plantas. Quando referido a òrìsá, enfatizam-se suas qualidades e realizações, pois tais chamamentos acreditam-se, tornam-se infalivelmente ouvidos e as oferendas recebidas.
Assim sendo, servem para louvar e pedir auxilio do ALTO.
Os òrisas podem receber o oriki ou o pipe (chamado): oriki Sòngo ou Sòngo pipe, oriki Esù ou Esù pipe, oriki Òyà ou Òyà pipe. Para outros òrìsá usamos apenas o termo oriki, Yemonja, Òba, Òsun e etc.. Estes são devidamente somente alguns exemplos.
Os orikis são repetitivos em algumas palavras, citamos como exemplo os orikis de Sòngo que incluem: Olukoso, e Òba Koso ( orei que não se enforcou), Alado (aquele que racha pilão), Ogiri èkun (leopardo feroz), Asangiri (aquele que racha parede), Alagiri (aquele que abre paredes), Alafin Òyò ( rei de Òyò). Os relativos à Òyà são:
Òyà oriri (o vendaval), Ti ndagi lokeloke ( a que corta a copa das árvores), Òyà ariná bora bi aso (Òyà vestida de fogo). Os de Òsun relatam: A fide rémó ( a que enfeita seus filhos com braceletes de bronze), O wa yanrin wa yanrin kowo si ( a que cava e cava a areia para esconder suas riquezas). Os relativos à Òba incluem: O jowu obirin ( a mulher ciumenta), To t’Ori owu kòla si gbogbo ara ( a que por ciúmes se cobriu de incisões ornamentais).
Tanto os sacrifícios como os orikis são primordiais para que se tenha a presença do orisa ou dos ancestrais e sua entonação pode facilmente induzir ao tranze. Pessoas iniciadas no culto a determinado orisa podem entrar neste transe ao ouvir esta recitação.
Oriki-orilè é a denominação de orikis referentes ás linhagens. Pode ser dirigida a família ou a um de seus membros, com o intuito de louvar seus ancestrais, demonstrar apreço ou aplacar sua ira.
Usado para rememorá-los e dar conhecimento aos mais novos dos feitos de seus antepassados.
Orikis deste tipo não usados para causar emoções apenas louvamos o reconhecimento dos predicados dos antepassados, onde enfatizamos sua profissão, gosto alimentar e outras de suas particularidades.
Esta modalidade é usual entre os Yorubas, quando temos eventos como casamentos, komojade, inauguração de casa, ritos fúnebres e etc..
Existem pessoas especializadas nestes oriki-orilé, que sempre são convidadas para fazer estas recitações.
Os nascimentos têm um oriki diferenciado, chamado de oriki amutòrunwa, que narram as circunstancias do nascimento da criança. Os gêmeos são saudados com oriki-orilè e oriki amutòrunwa, especialmente dedicados a eles.
Nos funerais de anciãos os oriki-orilè são entoados pelas mulheres e no caso de caçadores se faz o mesmo.
Nota-se que estes chamados são para invocar a presença do homenageado.
Em caso de viagens são entoados em forma de benção relembrando suas profissões, motivo da viagem e Ewó  (interdições).
Lembramos, porém, que existe uma relação entre oriki-orilè e Ila-oju (marcas faciais), ambos servem para identificar suas linhagens, constituindo sinais de identidade familiar.
Sabemos que animais, cidades, povos, terras possuem orikis próprios, que por vezes são acompanhados de tambores tais como: bata, bembé, gangan, ogidigbo, igbin, gbèdu e etc. Convém que faça-mos uma breve referência a esses tambores. A seu respeito, diz, J. Ki-Zerbo, veículos da história falada, esses instrumentos são venerados e sagrados. Com efeito, incorporam-se ao artista e seu lugar é tão importante na mensagem que, graças às línguas tonais, a música torna-se diretamente inteligível, transformando-se o instrumento na voz do artista sem que este tenha que pronunciar uma palavra se quer. O tríplice ritmo, tonal, de intensidade e de duração, faz-se então, musica significante. A musica está tão intimamente ligada a essa tradição que narrativas somente podem ser feitas sob a forma cantada.
Assim sendo temos: Bata, tambor sagrado tocado com dois atori, é usado no culto dos òrìsá, sendo o preferido de Sòngo.
Bèmbè, tocado com um único atori, é o preferido de Òsun.
Ogidigbo e gangan, são tambores sagrados, sendo este ultimo pendurado no ombro e tocado com um atori, usado para marcar a cadência dos cânticos rituais.
Igbin, usado para acompanhar cantos e outros fundamentos do orisá OBATALÁ, divindade sagrada que modela o corpo do homem.
Gbèdu, usado somente para anunciar a morte de um Oba (rei).
Entoados com finalidade religiosa ou não, o simples ouvir de um oriki impõem silencio, compenetração e respeito dos presentes.
Iba se òrìsá.

Wednesday, April 23, 2014

Gisele Cossard - Mae de Santo Omindarewa




Quarta-Feira, 23 de Abril de 2014

Candomblé à francesa: Gisele Cossard, a mãe de santo Omindarewá, abandonou tudo para viver para a religião

Para encontrar a casa da mãe de santo Omindarewá, no bairro Santa Cruz da Serra, em Duque de Caxias, é só perguntar pela francesa.

Os muros altos escondem uma grande construção, com os quartos dos filhos de santo e dos orixás, e um jardim repleto de Irokos (árvores sagradas). Sob roupas e colares típicos do candomblé – religião de origem africana -, uma senhora de olhos azuis desafia os seus 90 anos e comanda um dos terreiros mais conhecidos do Brasil.
Gisele Cossard nasceu em uma família francesa e católica, que morava no Marrocos, em 1923. O pai era professor e a mãe, pianista. Voltou para a França e esteve no olho do furacão durante a Segunda Guerra Mundial.
O pai de Gisele Cossard durante a Segunda Guerra Mundial Foto: Reprodução Extra
O pai de Gisele Cossard durante a Segunda Guerra Mundial
Foto: Reprodução Extra
- Abrigamos o filho de um amigo da família, que estava fugindo dos alemães, e participei da resistência com ele. Enviávamos informações sigilosas para a Inglaterra. Depois, nos casamos – contou a mãe de santo.
Após a guerra, Gisele e Jean Binon viveram oito anos na África, onde ele dava aulas de francês. Foi o primeiro contato da futura Omindarewá com a cultura do continente.
Em 1959, Jean foi nomeado conselheiro cultural na embaixada da França no Rio de Janeiro.  A vida de recepções e jantares não agradou Gisele.
- Fiquei amiga de Abdias do Nascimento, do Teatro Experimental do Negro, e comecei a frequentar terreiros em favelas. Foi quando conheci meu primeiro pai de santo, Joãozinho da Gomeia, de Caxias.
Omindarewa entre alguns de seus filhos-de-santo Foto Mazé Mixo Extra
Omindarewa entre alguns de seus filhos-de-santo
Foto: Mazé Mixo / Extra
O rito de passagem de Omindarewá
Escondida do marido e dos dois filhos, Gisele Cossard frequentava as festas do candomblé em Caxias.
- Descobri uma religião que tinha mais a ver comigo. Era só espectadora até que, em 1960, desmaiei na festa de Iansã. Foi o primeiro contato com os orixás e, logo depois, fiz minha iniciação – contou.
Gisele voltou para a França e foi a primeira da família a se divorciar. Apresentou uma tese sobre o candomblé e, em 1972, conseguiu retornar ao país.
- Queria continuar a ligação com o terreiro, mas meu pai de santo morreu. Foi quando conheci Balbino Daniel de Paula, meu segundo mestre. Ele era da nação Ketu e fiquei encantada com os rituais deles.
Quem apresentou Balbino a Gisele foi o fotógrafo francês Pierre Verger, amigo dos dois. O pai de santo convenceu Omindarewá a fazer um terreiro em sua casa, recém-comprada em Santa Cruz da Serra.
Gisele Cossard em seu terreiro em Santa Cruz da Serra Duque de Caxias Foto Mazé Mixo  Extra
Gisele Cossard em seu terreiro em Santa Cruz da Serra, Duque de Caxias
Foto Mazé Mixo / Extra
Cerca de 300 filhos de santo
Em seu terreiro, Omindarewá joga búzios e faz trabalhos (oferendas a orixás, limpezas espirituais, iniciações) há 40 anos. Ela já perdeu a conta de quantos filhos de santo tem.
- No início, foi difícil conseguir clientes, as pessoas ficavam com pé atrás por eu ser branca e estrangeira. Hoje, tenho cerca de 300 filhos de santo, mas também recebo gente de fora do candomblé, do estado todo e até de outros países – afirmou Gisele.
Há cinco anos, Rosemari dos Santos – ou Akindele – estava com outros filhos de santo de Omindarewá colocando oferendas no quarto de Iemanjá, quando a orixá “falou” que ela seria a herdeira do terreiro.
- Hoje faço quase tudo aqui dentro. A mãe Gisele é maravilhosa, para ela não existe filho feio. É também uma guerreira, construiu tudo sozinha – declarou Akindele, de 40 anos.
Da França, Gisele ficou apenas com o sotaque. As fotos do período foram destruídas com uma das fortes chuvas muito conhecidas pelos moradores de Santa Cruz da Serra. O candomblé virou sua vida inteira.
Reprodução: Site CBN Foz do Iguaçu

Friday, February 21, 2014

Pomba Gira - Rosa Dos Ventos




Rosa dos Ventos é muito conhecida como Pomba-Gira Cigana, na linha do oriente, bem incorporada, chega sempre alegre e sorrindo, costuma sempre se vestir Blusa Vermelha com Rendas preta ou Babados e sua saia Preta bem rodada com babados e bolso na frente onde guarda o seu baralho, e seu perfume. Tem com ela um leque com renda dourada nas bordas.A cigana Rosa dos Ventos, como muita gente sabe. foi aquela cigana que habitava em Paris na época medieval. Por onde passava deixava olhos espertos por sua beleza, Sorrisos nos lábios por sua simpatia e corações batendo descompassados e muitos suspiros.Era muito graciosa e carismática por isso conseguia com que todos daquela cidade gostassem muito dela, pois trazia também o dom da adivinhação e a clarievidencia com isso estava sempre rodeada de pessoas, "principalmente homens". Era filha de Família Humilde, com muitos irmãos, as mulheres ela logo desenvolvia o dom da clarevidência, pois as acompanhavam nas ruas para ganhar dinheiro jogando baralho de adivinhação para o povo. Os homens cada um era ensinados para ter uma profissão. Nasceu e foi criada no mesmo país, mas sempre mudando de cidade. Vaidosa, gosta de jóias douradas (ouro) ou bijuteria, perfumes da melhor qualidade, champaign doce, e bebida de Anis, Cigarro feminino (longo de filtro branco).
Quando ela se apresenta em médium que esta em fase de desenvolvimento, logo gosta de riscar seu ponto, porque trabalha muito com ponto de fogo e sendo assim precisa de seu ponto, trabalha muito com fase de lua e dia de numero impar, quando é preciso banho de ervas usa somente ervas cheirosa (doce). 

Todas as pessoas que com ela faz trabalhos são bem sucedidas, principalmente com relação ao Amor. 

Ao contrario das pomba-giras não trabalha em cimiterio, a maior força dos seus trabalhos estão nas luas cheia e crecente em dias que sejam números impar, melhores dias da semana segunda e sexta-feira.
Rosa dos Ventos gosta de cuidar de casos Amorosos e os faz para quem agradar com jóias ou bebida. No reino dos ciganos ela é Rainha ,nos acampamentos sempre o que se arruma primeiro é o lugar dela (seu trono). Geralmente para trabalhar traz com ela Exu Gira Mundo, Exu Tata Caveira, Exu 7 Punhal, Exu do Lodo, Exu Tiriri, Exu das Encruzilhadas.

Sunday, February 2, 2014

Yemanja - Rainha do Mar




Iemanjá:

Iemanjá Iemanjá é um orixá feminino (divindade africana) das religiões Candomblé e Umbanda. O seu nome tem origem nos termos do idioma Yorubá “Yèyé omo ejá”, que significam “Mãe cujos filhos são como peixes”.

Mãe-d'água dos Iorubatanos no Daomé, de orixá fluvial africano passou a marítimo no Norte do Brasil.

No Brasil, a deusa Iemanjá recebe diferentes nomes, dentre eles: Dandalunda, Inaé, Ísis, Janaína, Marabô, Maria, Mucunã, Princesa de Aiocá, Princesa do Mar, Rainha do Mar, Sereia do Mar, etc.

Iemanjá é a padroeira dos pescadores. É ela quem decide o destino de todos aqueles que entram no mar. Também é considerada como a “Afrodite brasileira”, a deusa do amor a quem recorrem os apaixonados em casos de desafetos amorosos.

No dia 2 de fevereiro acontece em Salvador, capital do Estado da Bahia, a maior festa popular dedicada a Iemanjá. Neste dia, milhares de pessoas trajadas de branco fazem uma procissão até ao templo de Iemanjá, localizado na praia do Rio Vermelho, onde deixam os presentes que vão encher os barcos que os levam para o mar.

No Rio de Janeiro as festas em honra de Iemanjá estão relacionadas com a passagem de ano.

Nos candomblés fiéis às origens africanas, o culto é prestado em locais fechados, nos atuais o culto é ao ar livre, prestado no mar e nas lagoas, sendo Iemanjá muitas vezes representada como sereia.

Os devotos levam para o mar vários presentes que são tidos como recusados quando não afundam ou quando são devolvidos à praia.

Dentre as diversas oferendas para a bela e vaidosa deusa, encontram-se flores, bijuterias, vidros de perfumes, sabonetes, espelhos e comidas. O ritual se repete em outras praias do Brasil.

As celebrações em homenagem a Iemanjá também acontecem em 15 de agosto, 8 de dezembro e 31 de dezembro.

fonte: significados.com.br
Iemanjá:

Iemanjá Iemanjá é um orixá feminino (divindade africana) das religiões Candomblé e Umbanda. O seu nome tem origem nos termos do idioma Yorubá “Yèyé omo ejá”, que significam “Mãe cujos filhos são como peixes”.

Mãe-d'água dos Iorubatanos no Daomé, de orixá fluvial africano passou a marítimo no Norte do Brasil.

No Brasil, a deusa Iemanjá recebe diferentes nomes, dentre eles: Dandalunda, Inaé, Ísis, Janaína, Marabô, Maria, Mucunã, Princesa de Aiocá, Princesa do Mar, Rainha do Mar, Sereia do Mar, etc.

Iemanjá é a padroeira dos pescadores. É ela quem decide o destino de todos aqueles que entram no mar. Também é considerada como a “Afrodite brasileira”, a deusa do amor a quem recorrem os apaixonados em casos de desafetos amorosos.

No dia 2 de fevereiro acontece em Salvador, capital do Estado da Bahia, a maior festa popular dedicada a Iemanjá. Neste dia, milhares de pessoas trajadas de branco fazem uma procissão até ao templo de Iemanjá, localizado na praia do Rio Vermelho, onde deixam os presentes que vão encher os barcos que os levam para o mar.

No Rio de Janeiro as festas em honra de Iemanjá estão relacionadas com a passagem de ano.

Nos candomblés fiéis às origens africanas, o culto é prestado em locais fechados, nos atuais o culto é ao ar livre, prestado no mar e nas lagoas, sendo Iemanjá muitas vezes representada como sereia.

Os devotos levam para o mar vários presentes que são tidos como recusados quando não afundam ou quando são devolvidos à praia.

Dentre as diversas oferendas para a bela e vaidosa deusa, encontram-se flores, bijuterias, vidros de perfumes, sabonetes, espelhos e comidas. O ritual se repete em outras praias do Brasil.

As celebrações em homenagem a Iemanjá também acontecem em 15 de agosto, 8 de dezembro e 31 de dezembro.

fonte: significados.com.br
Mãe d'água
Rainha das ondas sereia do mar
Mãe d'água
seu canto é bonito quando tem luar

Iêêêêê Iemanjá
Iêêêêê Iemanjá
Rainha das ondas sereia do mar

Como é lindo o canto de Iemanjá
Faz até o pescador Chorar
Quem escuta a Mãe d'água cantar
Vai com ela pro fundo do mar

Mãe d'água
Rainha das ondas sereia do mar
Mãe d'água
seu canto é bonito quando tem luar
Link: http://www.vagalume.com.br/umbanda/como-e-lindo-o-canto-de-iemanja.html#ixzz2sDmZrjBsMãe d'água
Rainha das ondas sereia do mar
Mãe d'água
seu canto é bonito quando tem luar

Iêêêêê Iemanjá
Iêêêêê Iemanjá
Rainha das ondas sereia do mar

Como é lindo o canto de Iemanjá
Faz até o pescador Chorar
Quem escuta a Mãe d'água cantar
Vai com ela pro fundo do mar

Mãe d'água
Rainha das ondas sereia do mar
Mãe d'água
seu canto é bonito quando tem lu

Sunday, January 19, 2014

Ciganos - Cigana Carmencita





HISTORIA DA CIGANA CARMENCITA

História da Cigana Carmencita
Carmencita é uma cigana espanhola, da Andaluzia.
Despertou muitos amores entre ciganos e não ciganos,
mas nunca casou-se, pois seu grande amor morreu jovem antes que pudessem casar.
E Carmencita seguiu com a lembrança de seu amor no coração, mas sem tristeza pois sabia que o ]espírito de seu amado
estava todo o tempo ao seu lado, e isso a preenchia.

Apresenta-se
com roupas coloridas, e floridas. uma rosa amarela no cabelo.

Não dispensa os colares, os anéis e as pulseiras.

Suas argolas são sempre de ouro.

Adora tocar castanholas, principalmente quando dança ao redor da fogueira, nas noites de luar, convidativas ao romance.
As ciganas dessa linha, jogam cartas muito bem, foi o que Carmencita vez durante toda a sua vida.
Suas oferendas podem ser feitas aos sábados,nas matas.

Sunday, December 8, 2013

A Lenda de Oxum


É deusa das águas doces. É também a deusa do ouro, da fecundidade, do jogo de búzios e do amor. Veste amarelo, dourado, rosa e azul claro. Seu fio de contas é feito de contas de vidro amarelo claro ou escuro ou de louça amarelo claro, dependendo da qualidade.
Dança com um espelho-leque na mão, o Abebê, e pode usar espada, quando é de qualidade guerreira. É a segunda (e a mais amada) esposa de Xangô. Seu dia é sábado. Saudamo-la assim: Ora Ieiê Ô!
Lenda: Oxum queria saber o segredo do jogo de búzios que pertencia a Exu e este não queria lhe revelar. Ela então procura na floresta as feiticeiras, chamadas YAMI OXORONGÁ. As feiticeiras perguntam a Oxum o que faz ali e ela lhes pede como enganar a Exu e conseguir o segredo do jogo de búzios. As feiticeiras a muito querendo pregar uma peça a Exu, ensinaram toda a sorte de magias a Oxum, mas exigiram que ela lhes fizesse uma oferenda a cada feitiço realizado. Oxum concordou e foi procurar Exu.
Ao chegar perto do reino de Exu, este desconfiado perguntou-lhe o que queria por ali, que ela deveria embora e que ele não a ensinaria nada. Ela então o desafia a descobrir o que tem entre os dedos. Exu se abaixa para ver melhor e ela sopra sobre seus olhos um pó mágico que ao cair nos olhos de Exu o cega e arde muito. Exu gritava de dor e dizia;
- Eu não enxergo nada, cadê meus búzios?
Oxum fingindo preocupação, respondia:
- Búzios? Quantos são eles?
- Dezesseis, respondeu Exu, esfregando os olhos.
- Ah! Achei um, é grande!
- É Okanran, me dê ele.
- Achei outro, é menorzinho!
- É Eta-Ogundá, passa pra cá…
E assim foi até que ela soube todos os segredos do jogo de búzios, Ifá o Orixá da adivinhação, pela coragem e inteligência da Oxum, resolveu-lhe dar também o poder do jogo e dividí-lo com Exu.


Thursday, December 5, 2013

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...